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31 de mar de 2008

Master of Magic

'Master of Magic' foi o primeiro jogo em CD-ROM que comprei. E comprei-o mesmo antes de ter um leitor de CD-ROM. Com isto já devem imaginar a vontade que tinha de jogar este jogo. Li o manual e o livro de feitiços de capa a capa e olhando as ilustrações da parte traseira da caixa, sonhava em joga-lo. Tudo isso parece patético agora e para dizer a verdade já na altura o era. Assim que finalmente equipei o meu computador com um leitor de CR-ROM, o jogo não me desapontou. Joguei-o durante meses e meses, uma e outra vez, completamente inebriado por ele e agora, após tantos anos tenho a certeza que qualquer amante de jogos de estratégia também assim ficará. Deixo aqui os "porquês".








28 de mar de 2008

Burntime

Qualquer sociedade civilizada tem três fases no seu ciclo - a "ascensão", o "auge" e a sua "queda". A sua queda pode chegar cedo, possivelmente devido à guerra ou a um desastre natural. Em Burntime a causa não é mencionada, mas quando o jogo começa, o teu personagem estará num mundo deserto juntamente com os destroços do que em tempos parece ter sido uma civilização próspera. É um jogo que é uma mistura de "estratégia" com elementos "RPG", combinando as melhores partes de ambos os géneros. O jogo coloca-te num cenário em que o teu objectivo principal é conquistar os locais habitados que ainda existem num mundo pouco amigável povoado com diversos tipos de personagens, e também com mutantes sem cérebro. Bem, o segundo objectivo é sobreviver (e tenho a certeza de que esta vai ser a tua tarefa principal durante as tuas primeiras tentativas).








27 de mar de 2008

Fantasy Empire

Fantasy Empire é um jogo que surge como uma mistura entre RPG e estratégia por turnos com batalhas tácticas em pequena escala onde tu controlas directamente os teus guerreiros/heróis à maneira de um RTS - "real time strategy" (estratégia em tempo real) - esta parte pode ser evitada se escolheres a opção "Simulate battles".

O jogo decorre numa terra de fantasia chamada Mystara, onde o mestre dos calabouços - o "dungeon master" (hei - já ouvi falar deste noutra história) te dá um desafio (de derrotar os teus opositores, como de costume). Tirando isso, o enredo não interessa - o modo "campaign" consiste em diferentes mapas onde neles todos basicamente se tem de fazer o mesmo - comandar e conquistar.

A parte de estratégia por turno é simples e directa - tu controlas o teu Império de Fantasia ("Fantasy Empire"), e constróis edifícios nos reinos (regiões) que controlas, crias novos exércitos, envias heróis em missões, atacas outros reinos, etc. Pode parecer bastante complicado no inicio (e especialmente se não tiveres lido o manual), já que não há maneira de se saber o que os diferentes edifícios fazem ou porque acontecem certas coisas. Isto poderia ser um problema sério, mas é largamente recompensado pela existência de uma das melhores coisas neste Fantasy Empires: o "Tutorial".







26 de mar de 2008

Abandoned Places

Doze bravos heróis são transformados em pedra e enterrados fundo por debaixo do Templo da Luz Celestial (Temple of Heaven's Light), prontos para serem chamados quando as terras de Kalynthia precisarem deles. Com a sua existência quase esquecida e a sua localização perdida durante anos, chegou a altura de os chamar para lutarem numa batalha e defenderem Kalynthia contra o terrível Bronakh.

Embora todos eles, os doze, estejam intactos, os feiticeiros de Kalynthia só têm poder para despertar quatro deles dos seus sonos de pedra - dois guerreiros, um feiticeiro e um sacerdote. Quais deles escolherás?

Abandoned Places põe o jogador no controlo de quatro heróis à escolha, cada qual com a sua própria força, fraqueza e conjunto de habilidades únicas. Todos os personagens têm o seu próprio inventário onde transportam os seus objectos, vestem trajes e guardam itens na sua mochila. Também têm um pequeno retrato que mudará de acordo com a sua saúde e situação. Quando o jogo começa, vais encontrar-te nas profundezas das catacumbas do templo, com pouco para defenderes a tua equipa. Os jogadores noviços neste jogo vão achar esta introdução um pouco complicada, especialmente porque ainda estarão a tentar acostumar-se aos controlos, portanto não se espantem se precisarem de recomeçar esta primeira sequência mais do que uma vez.







25 de mar de 2008

Lamborghini American Challenge

Lamborghini American Challenge é um jogo e corridas de automóveis ao estilo de Lotus. A grande diferença é que neste apenas se poderá conduzir o Lamborghini. Tipicamente, como em todos os jogos deste género, é viciante, muito rápido e não puxa pelo intelecto; é só "carregar" no pedal e apreciar a viagem. A corrida resume-se basicamente a evitar os carros mais lentos e ultrapassar os oponentes. O objectivo será conseguir terminar a corrida num dos 3 primeiros lugares, para se receber algum dinheiro, e aplica-lo em equipamentos que permitem aumentar a performance do carro e a possibilidade de participar em corridas de maior importância. Quanto maior a importância das corridas, mais experientes serão os adversários, mas maior será o prémio para o vencedor.

Os gráficos são bons mas os sons não têm nada de especial. Existem dois modos de jogo: o modo de Campeonato onde o jogador constrói a sua uma "carreira", e o modo de 2 jogadores onde se pode competir de contra um amigo. Estas características tornam-no num jogo deveras interessante. Os que gostam de jogos de corrida, certamente irão apreciar este!

24 de mar de 2008

Traffic Department 2192

Traffic Department 2192 é um jogo de "tiros" em vista de cima para baixo que saiu em três partes. Como muitos outros jogos, o primeiro episódio foi lançado como "shareware", sendo os últimos dois apenas disponibilizados para quem os quisesse comprar. Todo completo, o jogo contem 59 missões.

A sua história é o que o torna distinto na sua época. O jogo tem lugar no planeta Seche em 2192, onde decorre uma guerra que dura à 25 anos entre o "Trafic Department" (departamento de transito) e uma raça atacante com o nome de "Vultures". Tu jogas com o personagem de Marta Velasquez, cujo pai foi assassinado pelos Vultures à sua frente, quando regressava do seu serviço de vigia, à catorze anos atrás. Ela juntou-se ao "Trafic Department" para vingar a morte do seu pai, e a história começa imediatamente antes da convocatória para uma missão de destruição de rotina.

Antes e depois de cada missão ser-te-ão mostradas algumas conversas entre personagens do jogo que contribuem para o avanço da história. O que começa com uma aparentemente simples guerra entre o "Trafic Department" e os Vultures, rapidamente se desenvolve para uma história muito mais complexa, envolvendo uma traição interna, uma terceira raça de criaturas e facções políticas de cada uma das raças. Durante o curso do jogo, tu vais visitar diferentes cidades e até mesmo uma Lua. A história vai ser o que te vai fazer querer continuar a jogar, e é o ponto de salvação do jogo, pois a sua jogabilidade é bastante "ordinária".







19 de mar de 2008

Deluxe Trivial Pursuit

Deluxe Trivial Pursuit é exactamente aquilo que o nome diz: uma versão computorizada do clássico jogo de tabuleiro. Permite a participação de até seis jogadores de cada vez, e este jogo é tanto melhor quanto mais pessoas houverem em jogo, pois talvez assim estejam tão entretidos com a interacção social que se esqueçam das pequenas e irritantes nuances que o jogo oferece!

À primeira vista o jogo parece muito bem feito, com gráficos VGA decentes para a altura, uma variedade de questões e opções, e musica que é suficientemente boa para servir de barulho de fundo, tal como seria de esperar de um jogo de Trivial Pursuit. No entanto, a execução está um quanto falhada para um jogo desta natureza.







18 de mar de 2008

Fire and Forget 2 - The Death of Convoy

Titus Interactive, o pessoal que nos trouxe o Crazy Cars, também criou um jogo de acção e condução realmente engraçado, em 1989 chamado Fire and Forget. Este é o segundo jogo da série, feito em 1990.

A história é mais ou menos esta. Um homem mau e louco e os seus guarda-costas vão conduzindo em direcção à vossa cidade, prontos a fazê-la explodir com um engenho nuclear. É isto que vocês devem de impedir. Vocês devem conduzir pelos cinco níveis cheios de tiros, saltos, voos e robôs suicidas, em direcção ao "big boss" para o poderem parar de fazer o que lhe foi ordenado pelo seu líder. No fim do quinto nível, irão enfrentar o homem mau e louco numa tentativa de pará-lo de fazer explodir o engenho nuclear.

Como na maior parte dos jogos de arcada, este também é um jogo que atribui pontos. Você recebe pontos por cada robot e cada chefe que apanhar e os pontos são atribuídos sempre que ganhar ou perder um nível. Usam-se as teclas das setas para acelerar, abrandar, e virar para esquerda ou direita. A Barra de Espaços usa-se para disparar nas armas do carro.

17 de mar de 2008

Where in Space is Carmen Sandiego

No dicionário padrão não consta a palavra "edutretenimento". Acho que é por não ser uma palavra verdadeira; deve ser por que tirei essa palavra de "Sam 'n Max Hit the Road". É suposto ser uma mistura de educação e entretenimento. E se houvesse algo que combinasse com essa palavra seria nos jogos da série 'Where in _____ is Carmen Sandiego?'.

Há alguns jogos nessa série, e o nosso site já tem "Where in the World is Carmen Sandiego?". Esse jogo, 'Where in Space is Carmen Sandiego?' passa-se fora deste mundo. Como o título sugere, você está viajando pelo sistema solar, tentando prender os vilões.

Como em todos os jogos da série, dizem-lhe que uma "coisamajiga" de valor inestimável foi roubada, e você deve capturar a forma de vida culpada. Você vai então ao local do crime e recolhe pistas de várias maneiras. Este jogo oferece cinco opções, mas a quinta é limitada (você pode enviar sondas, mas só possui duas unidades)







14 de mar de 2008

Wings of Fury Remake

Esta é uma remodelação de um jogo realmente popular do começo dos anos noventa, chamado Wings of Fury. A nova versão trá-lo de volta para uma nova gloria, com gráficos e sons melhorados.

A história é bem conhecida: pilotas um avião para a força aérea dos E. U. no meio do mar do Japão. As missões são matar tudo que se mexe. Mesmo que as missões sejam difíceis e os inimigos estejam em toda parte, o jogo tem muito para oferecer em termos de jogabilidade. Os controlos são muito fáceis assim que te começares a habituar, podes escolher entre três tipos diferentes de armas especiais no porta-aviões. Estes são, mísseis (bons para disparar abaixo do plano geral ou para destruir os bunkers), bombas (para alvos à terra poucos protegidos) e torpedos (para afundar navios). Para terminares a missão terás que escolher o tipo de arma especial mais adequada para essa missão.







13 de mar de 2008

Prince of Persia

Quem poderia resistir ao desafio de se pôr no lugar de um príncipe de Pérsia do qual a sua única missão é salvar a sua princesa capturada por um maléfico sultão! :) Que mais é que precisas para criares um jogo sobre isso? Uma arma (espada), alguns obstáculos (espigões, painéis partidos para saltar sobre, quedas de pedras...). E aí tens! Nasceu uma lenda. Este foi o primeiro jogo para PC que joguei na minha vida, talvez seja por isso que sou tão sentimental sobre ele :) Gráficos são soberbos, o som também, jogabilidade... preciso de dizer mais? NÃO! :) Transfere e joga!








12 de mar de 2008

Mechwarrior

Têm sido produzidos imensos jogos de computador que foram baseados no universo do jogo de tabuleiro Battletech. Hoje iremos falar de um dos primeiros a chegar aos nossos discos rígidos. O tão original Mechwarrior.

Em Battletech, os jogadores tomam o controlo de máquinas de guerra gigantes chamadas de "Battlemechs". À primeira vista, a maioria das pessoas chamar-lhes-ia "robots", mas isso não é nada verdade. No habitáculo de cada "Battlemech" senta-se um ser vivo, um humano que controla esta gigantesca máquina de destruição. Estes bravos homens e mulheres são os "Mechwarriors".

A história de fundo é ao estilo do típico "último sobrevivente da família". Para encurtar a história, o nosso personagem é Gideon B. Vanderburg, filho dos governantes da colónia da Lua de Ander. Todos os membros da família foram assassinados e o seu legado, o Cálice de Herne, foi roubado, durante um ataque surpresa por parte de um grupo não identificado de "Battlemechs". O nosso personagem jurou vingar a sua família e recuperar o que é seu de direito.



11 de mar de 2008

Rise of the Dragon

Dynamix's primeira aventura, Rise of The Dragon, é um jogo futurista que traz alguns elementos do género do Blade Runner.

O ano é 2053. Chandra Vicenzi, uma jovem de L.A. que também é a filha do presidente da Câmara da cidade e uma drogada, morre numa parte da cidade dedicada a prostituição. O seu namorado transforma-se num género de lagarto, E não é o único. Para o presidente, este foi o ultimo golpe, porque estão em ano de eleições, e ele quer alguém a investigar o caso e que não de nas vistas.

Você é o William “Blade” Hunter, ex-policia e detective privado. E como tal, foi contratado para investigar a morte da jovem. Muito depressa você vai estar envolvido com a Máfia Chinesa, mortes misteriosas, e uma profecia chinesa muito antiga. E tal como dizia um “NPC”, ”Perdido, estão todos perdidos. Bahumat renasceu!”







10 de mar de 2008

RoboCop

RoboCop. Parte homem. Parte maquina. Tudo em gráficos EGA.

Objectivamente falando, RoboCop é um jogo de "tiros" em plataformas bastante medíocre para o seu tempo, com um enredo de ficção cientifica. A fórmula usada para contar a história é muito ao jeito de Shinobi, Double Dragon, ou outro do sem numero de jogos com histórias temáticas dessa altura. Joga-se um nível, derrota-se o "boss", obtém-se mais um pedaço da história e repete-se este processo até ao fim. Para quem gosta deste tipo de coisas ou gosta de histórias futuristas com heróis ciborgues, RoboCop pode ser o seu jogo favorito.

O outro aspecto de RoboCop é que se trata de um jogo baseado num filme. Os jogos baseados em "rótulos da moda" têm tendência a serem maus, mas com uma boa razão. Na maioria das vezes a "tradução" de um filme para um jogo significa distorcer o material original para que este se adeqúe ao género de jogos existentes tendo como causa a sua "condenação à morte" pelos que imediatamente vão dizer "isso nunca aconteceu no filme", ou então o material original é mantido a todo o custo sendo condenada a sofrer tremendamente a jogabilidade. No cenário do que pior pode acontecer, temos E.T. para o Atari 2600 no qual ambos, a jogabilidade e a história foram sacrificadas no altar da "divindade diabólica de "Makeabuck" (GanharMaisUnsTrocos). Eu percebo por que é que aqueles que foram apanhados desprevenidos e pagaram por esse jogo constam nas listas sob o título de "vitimas".







7 de mar de 2008

Death Gate

Baseado nas histórias de Margaret Weis e de Tracy Hickman, a Legend Entertainment fez um jogo chamado Death Gate.

A magia é baseada em possibilidades. Existe a possibilidade de que a realidade seja um determinado caminho. Imaginem que uma parede de pedra vos bloqueia o caminho. Existe uma possibilidade de que uma porta exista nessa parede. Um feiticeiro molda essa possibilidade até que na realidade essa porta apareça. Todos os feitiços funcionam dessa maneira.

Os "Sartans" foram uma raça de magos poderosos que viveram à milénios atrás. Eles temiam a raça dos "Patryn", pois os "Patryn" também eram capazes de usar magia.

Com medo que os "Patryn" se tornassem mais fortes que eles, os "Sartans" juntaram-se e partiram o Selo do Mundo em cinco partes, fazendo o mundo explodir. A introdução do jogo faz um retrato dos acontecimentos:

"À 2000 anos atrás, o concelho dos Sartans dividiu o mundo em cinco reinos. Um deles era uma prisão de causar pesadelos chamada de Labyrinth, e para ela tinha sido banida toda a raça dos Patryn - os vossos antecessores. Este é o local a que sempre chamaram Lar, e nunca quiseram fugir de lá. O vosso nome é Halpo, e vocês são um Patryn".








6 de mar de 2008

Zeppelin - Giants of the Sky

Os "Zeppelins" foram uma invenção incrível. Como é de conhecimento geral, estes foram máquinas voadoras gigantescas que usualmente eram utilizadas para voos de passageiros nos primeiros anos do século 20. O seu destino foi selado pelo desastre de Hindenburg que para as mentalidades modernas era inevitável e estas máquinas simplesmente desapareceram. A sua popularidade não foi ajudada por algumas viagens provenientes da Alemanha durante a primeira e a segunda guerra mundial onde foram utilizados para entregar certas "cargas menos desejadas", contudo com pouco efeito excepto a nível psicológico.

Ok, chega de factos, vocês provavelmente sabem muito bem todas estas coisa mas como tenho de escrever algo sobre este jogo, e este só por si inspira-me muito pouco. A ideia básica é a de estabelecer rotas para estes aparelhos por forma a maximizar o lucro, desenhar novas máquinas voadoras e ganhar tanto dinheiro quanto possível. Enquanto que em jogos como Transport Tycoon essa tarefa pode ser excitante e divertida, em Zeppelin - Giants of the Sky, sem querer dizer mal, parece pouco "lisa". Os vossos aparelhos levantam para os seus voos e tudo o resto é sereno. Não há muito que possa acontecer durante a maioria do tempo e as decisões sobre onde comprar o "gás" e "combustível" é do mais animado que pode acontecer no jogo. As decisões que se têm de tomar podem fazer progredir ou falir o negócio da companhia, e enquanto isso pode parecer realista, é um pouco "duro" que uma simples "má decisão" possa literalmente arruinar tudo. Talvez seja eu que sou desajeitado neste negócio dos "zeppelins". Podia jurar que "aquela tempestade iria passar".








5 de mar de 2008

Commander Keen 6 - Aliens Ate My Baby Sitter

Depois dos primeiros 5 jogos da série Commander Keen, a Apogee deixou de fazer esses jogos. Pouco tempo depois a FormGen apareceu e fez Commander Keen 6 que é o primeiro jogo da série que não foi feito pela Apogee, e a óbvia razão porque é considerado "abandonado". Dado que a Apogee é muito restrita com os seus jogos, este será infelizmente o único jogo da série Commander Keen que irão ter de graça por um longo periodo de tempo. Mas entretanto, podem celebrar, porque têm Commander Keen 6 - Aliens Ate My Babysitter! O jogo foi feito em 1991, o mesmo ano em que foi feito o 5º. O jogo usa o mesmo motor gráfico que as partes 4 e 5 e é igualmente agradável.

Vocês jogam com o personagem Billy Blaze, um jovem génio e inventor. Quando os malvados Bloogs verdes do planeta pútrido Fribbulous Xax chegam à Terra, eles raptam a "babysitter" (ama que toma conta de crianças) do vosso herói. E ele agora é o tal que vai a Fribbulous Xax para a salvar (quantos miúdos no mundo arriscariam a própria vida para salvar a sua "babysitter"?!) O vosso personagem muda de personalidade para a do seu alter-ego, Commander Keen, e dirige-se para o planeta. As únicas armas que possui são um "neural stunner" (atordoador neural) e um "pogo stick" (pauzinho de pogo)! A sua missão não será fácil, já que haverão muitos extraterrestres maus que tentarão atingi-lo. E há alguns extraterrestres bons que não lhe farão mal. Eles apenas o irão empurrar e vosso herói irá magoar-se sozinho se cair em cima de algo afiado. Mas o tempo é sempre precioso, portanto não o devem perder a brincar com os extraterrestres! Há que correr e salvar a rainha... quero dizer, a "babbysitter". Explorem a superfície do planeta e descubram postos de guarda, laboratórios de pesquisa e estações espaciais. Enquanto se encontrarem a explorar a superfície do planeta irão encontrar passagens bloqueadas. Para poderem avançar além destes bloqueios, terão de completar uma "pequena" sequência de um jogo de arcada. Apenas terão de ajustar a quantidade de tempo e "vidas" para tal ser rápido e cuidadoso.








 

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